Mostrar mensagens com a etiqueta Documentários. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Documentários. Mostrar todas as mensagens

11/09/2017

11 de Setembro: A Grande Farsa (RTP 2 - Completo)

Na manhã de 11 de Setembro de 2001, 19 homens armados com x-actos foram orientados por um homem em diálise, que habitava numa caverna-fortaleza do outro lado do mundo, e que usou um telefone via satélite e um computador portátil para dirigir a mais sofisticada penetração no espaço aéreo mais bem defendido de todo o planeta. 


Dominaram os passageiros e os pilotos com treino militar de defesa pessoal em 4 aviões comerciais antes de os voar descontroladamente fora da sua rota normal durante uma hora sem serem perturbados por um único caça interceptador. 

Estes 19 sequestradores devotados fundamentalistas religiosos, que gostavam de beber álcool e snifar cocaina, e de morar com strip-teasers de cabelo cor-de-rosa, conseguiram derrubar 3 edificios com 2 aviões em Nova York. Enquanto em Washington um piloto que não conseguia dominar um simples Cessna (avioneta) foi capaz de descer 8 mil pés de altitude numa curva de 270 graus e ao nivel do solo atingir o Pentágono directamente no escritório dos analistas de orçamento onde funcionários trabalhavam no mistério do desaparecimento de 2,3 trilhões de dólares que o secretário de defesa Donald Rumsfeld anunciara em conferência de imprensa terem desaparecido dos cofres do Pentágono um dia antes, no 10 de setembro de 2001. 

A Crueldade da Tauromaquia Nua e Crua (video)

Jaime Alekos realizou um documentário intitulado Tauromaquia que mostra a realidade nua e crua das touradas.

Durante três anos Jaime Alekos percorreu várias praças de touros espanholas e filmou touradas sempre centrado na figura da vítima o touro.

O documentário apresentado ontem pelo PACMA – Partido Animalista espanhol mostra ao pormenor a violência exercida sobre os herbívoros durante as três partes da tourada (sorte de varas, bandarilhas e morte).

As imagens que se seguem são tão mas tão chocantes, que nos obrigam frequentemente a desviar o olhar, mas apesar disso, as mesmas têm que ser vistas e têm que ser partilhadas porque esta violência que os tauricidas e aficionados apelidam de arte têm que acabar de uma vez por todas.

Não podemos aceitar e muito menos consentir que em pleno século XXI ainda se continuem a permitir espectáculos tão bárbaros, brutais e cruéis onde não só são vítimas os touros e os cavalos, mas também, os carniceiros que neles participam subsidiados com o dinheiro dos nossos impostos!


Esta informação foi retirada do blogue Prótouro
Se te interessas pelos direitos animais, visita o blogue clicando neste link
Pelos touros em liberdade


13/12/2016

#Citizenfour: Cidadão Snowden

 Snowden denunciou programas de vigilância massiva dirigidos pela NSA (National Security Agency) e outras agências secretas. «Doc legendado»

A RTP transmitiu (vídeo legendado no fim), no passado dia 5, a terceira parte do documentário «CITIZENFOUR» («Cidadão Snowden»), premiado com o Nobel, cuja história começou em Janeiro de 2013, quando estando a realizadora Laura Poitras a fazer um filme sobre abusos de segurança nacional no pós-11 de Setembro nos Estados Unidos, começou a receber e-mails encriptados de alguém que se identificava como «CITIZENFOUR», que se dizia pronto a denunciar os programas de vigilância massiva dirigidos pela NSA (National Security Agency) e outras agências secretas.

Em menos de seis meses, depois de Snowden ter saído dos EUA para Hong Kong, e depois da administração norte-americana ter pedido a sua extradição sem êxito, Laura Poitras e o jornalista Glenn Greenwald, a quem Snowden confiou todos os elementos de que dispunha, trabalharam com ele meses a fio num documentário que viria a ganhar o Prémio Nobel no ano passado.

Snowden passou a Glenn e a Laura informações confidenciais da poderosa e tentacular NSA e de outras agências de inteligência, desmascarando práticas secretas de espionagem digital a milhares de cidadãos dos EUA e do mundo. Num trabalho coordenado por Glenn e pelo «The Guardian» a denúncia veio a público, provocando grande indignação e polémica. E Laura documentou em vídeo os múltiplos encontros entre Glenn e Snowden num quarto de hotel em Hong Kong, apresentando um documentário baseado neles o resultado em 2014.

Ao revelar-se há três anos ao mundo, Snowden afirmou:

«O meu nome é Ed Snowden. Há pouco mais de um mês, eu tinha família, um lar no paraíso, e vivia com grande conforto. Tinha também meios para, sem qualquer ordem judicial, procurar, avaliar e ler as comunicações de todos vós, comunicações de qualquer pessoa, a qualquer momento. E o poder para mudar o destino das pessoas.

Isso é também uma grave violação da lei. A 4.ª e 5.ª Emendas da Constituição do meu país, o artigo 12.º da Declaração Universal dos Direitos Humanos e inúmeros estatutos e tratados proíbem tais sistemas de vigilância pervasiva massiva. Enquanto a Constituição dos EUA define estes programas como ilegais, o meu governo argumenta que decisões tomadas por tribunais secretos, que o mundo não tem permissão para ver, legitimam, de algum modo, aquele procedimento ilegal. Essas decisões de tribunais secretos corrompem, simplesmente, as noções mais básicas da Justiça – que a Justiça, para ser feita, tem de trabalhar às claras. O imoral não pode ser transformado em moral por força de lei secreta.

Acredito no princípio declarado em Nuremberga em 1945: "Os indivíduos têm deveres internacionais que transcendem as obrigações nacionais de obediência". Portanto, cidadãos, indivíduos, têm o dever de violar leis domésticas para impedir que se cometam crimes contra a paz e a humanidade». (…).

Apesar de refugiados, de serem tratados como traidores pelos falcões que dirigem o Big Brother, a acção de Edward Snowden, de Julian Assange e da WikiLeaks tem sido de grande importância contra esta vigilância massiva que recorre a novas e caras tecnologias para manter controlados países, governos e povos.

O «The Guardian» foi o primeiro jornal a divulgar os documentos. Outros jornais de vários países do mundo seguiram-lhe o exemplo e foram divulgando, sistematicamente, a vigilância que devassa a vida de todos os cidadãos, os transforma em alvos de pressão política, chantagem e assassinato sem precedentes, atingindo também os próprios países e governos aliados dos EUA.

Edward Joseph Snowden, na altura com 30 anos, era analista de sistemas e administrador de sistemas da CIA e contratado da NSA. Vive, asilado em Moscovo há três anos, tal como o australiano Julian Assange, um dos responsáveis da WikiLeaks, jornalista e cibernauta, vive asilado há quatro anos, na Embaixada do Equador em Londres.

A actualização de dados que vão sendo extraídos da documentação em bruto e outras questões relacionadas podem encontrar-se: no «The Intercept», na Courage Foundation e no «The Guardian».

O já chamado «Arquivo de Snowden» inclui uma grande diversidade de documentos, com relevo para programas de monitorização e comunicações internas e pertencem essencialmente à NSA mas incluem também actividades de outros serviços secretos das mesmas áreas como o Government Communications Headquarters (GCHQ), britânico.

Aliás estas duas agências trabalham partilhando informações, o que permitiu a Snowden ter acesso a elas. Mas trabalham também em associação com as agências homólogas da Austrália, Nova Zelândia e Canadá (algumas das mais poderosas do planeta, conhecidas como os Five-eyes ou Cinco-olhos…), o que lhes permite ter uma visão muito ampliada das actividades de informação electrónicas. 

São múltiplos os exemplos da natureza maciça desta monitorização. Por exemplo:

• A NSA recolhe 200 milhões de mensagens de texto e imagens por dia em todo o mundo;
• O GCHQ intercepta chats de vídeo de 1,8 milhões dos utentes da Yahoo!;
• A NSA é capaz de chegar a todos os lugares de um único país;
• O GCHQ intercepta quantidades astronómicas de dados nos diversos cabos submarinos que chegam à Grã-Bretanha, sendo mesmo capaz de manter uma cópia completa dos dados por três dias.
A lógica de funcionamento da captação de dados é recolher tudo em cada vez mais suportes num «palheiro» cada vez maior para depois selecionar a «agulha», tendo um dos cérebros do GCHQ já sugerido que se captasse tudo na Internet…Há agências e empresas a transbordar desta informação mas é assim mesmo que trabalham.

Depois das revelações de Snowden, a NSA e o GCHQ desenvolveram um sistema e processo de industrialização e automatização de infeção de milhões de computadores, que a NSA é capaz de inserir para modificar programas espiões em routers americanos, dispositivos que permitem fazer transitar uma grande quantidade de comunicações através da Internet, antes de a disponibilizar. 

Com a passagem do tempo, a «porosidade» entre estes serviços secretos e empresas como a Microsoft, o Facebook, o Google, empresas de telecomunicações terrestres e marítimas foi sendo revelada, quer porque os primeiros o davam a entender quer porque as segundas, em jeito envergonhado reconheceram «acordos» entre as duas partes. O «Washington Post» revelou depois a pirataria da NSA em relação ao Google e à Yahoo!

Mas esta «porosidade» permite que a NSA exerça a sua pesada influência para enfraquecer certos padrões de encriptação dos dados, tornando potencialmente mais fácil a leitura de dados supostamente protegidos e debilitando a segurança de todos os utilizadores da Internet.
As revelações de Snowden permitiram também verificar que há governos de países como a Alemanha que prescindem de parte da sua soberania ao permitirem o acesso a dados recolhidos no seu território ou acesso a dados interceptados pelos próprios

Outra faceta da actividade da NSA e GCHQ foi agora revelada pelo «Le Monde» que tem um acordo com «The Intercept». Supostamente a grande maioria da actividade destes serviços secretos deveria estar centrada no tráfico de armas, de drogas e de seres humanos ou na recolha de dados sobre grupos terroristas… Mas parece que não. A maioria das operações tem como alvos operadores de telecomunicações, quadros dirigentes destas e as suas actividades profissionais.

Também na investigação sobre o GCHQ no «Arquivo Snowden» o jornal francês encontrou relatórios de ensaio sobre links de satélite que transportam tráfego de internet e telefone. Na Primavera de 2009, a agência interceptou comunicações internas de duas operadoras muito activos no Médio Oriente e em África.

A «rede Zain», criada pelo GCHQ, está muito presente em África e ainda operava, à data da divulgação do «arquivo», em 2013, em quinze países, do Burkina Faso ao Níger passando pelo Uganda e pelo Chade, procedendo à vigilância de chefes de estado de vários países, incluindo José Eduardo dos Santos.
Snowden e Assange foram vítimas de perseguição, de ameaças de morte, de mentiras, estão limitados nos pequenos espaços que a solidariedade da Rússia e do Equador lhes concederam, perderam a vida familiar e o direito ao bem-estar.

Tiveram uma atitude corajosa para o bem da humanidade, ao contribuírem para que, nestes três anos, os povos de todo o mundo pudessem ter algum acesso ao conhecimento sobre o controlo total que o imperialismo procura ter sobre eles
.

por António Abreu
Abril Abril

Citizenfour (Legendado)

07/06/2016

Sementes da Liberdade - Documentário legendado em português


A agricultura global tem mudado mais na nossa vida atual do que nos dez mil anos anteriores. Mas, como toda a mudança, fez surgir conflitos de interesses. Em nenhum outro lugar esse conflito é mais pungente do que na história da semente. 

Neste filme iremos olhar como a semente tem mudado na agricultura e na nossa cultura. De um alimento sagrado e criador de vida para uma mercadoria poderosa, usada para monopolizar a produção global de alimentos. Este conflito entre agricultores e empresários, entre conhecimento e controle, entre a verdade e a propaganda, encontra-se no coração da história da semente."

Não perca este documentário, agora em português do Brasil. Um filme de Jess Philimore produzido por The Gaia Foundation African Biodiversity Network (ABN), em colaboração com MELCA Ethiopia, GRAIN International & Navdanya International.

05/06/2016

Blue Gold: World Water Wars

Em todos os recantos do mundo, poluímos, desviamos, extraímos e esgotamos exponencialmente, com o crescimento populacional e tecnológico, as nossas limitadas reservas de água potável. O desenvolvimento excessivo e desenfreado da agricultura, construção e indústria aumenta a demanda por água potável para além do suprimento finito, resultando na desertificação da Terra.

Gigantes corporativos forçam os países em desenvolvimento a privatizar o seu suprimento de água potável em troca de lucro. Investidores de Wall Street apostam em esquemas de dessalinização e exportação de grandes massas de água. Governos corruptos utilizam a água para proveitos políticos e económicos.

Emerge um controle militar da água, novos mapas geopolíticos e formas estruturais de poder, montando o palco para a guerra pela água no mundo. Seguimos inúmeros exemplos no mundo de pessoas lutando pelo básico direito à água, desde casos em tribunal, revoluções violentas, convenções da ONU para rever constituições e até protestos nas escolas. Como afirma Maude Barlow, "Esta é a nossa revolução, esta é a nossa guerra". 


Uma linha foi cruzada assim que a água se tornou uma commodity. 
Iremos sobreviver? 

Documentário de Sam Bozzo (2008), com Andres Barreda Marin, Danielle Mitterrand, Jim Olson, Maude Barlow, Michael Kravcik, Oscar Olivera, Peter Warshall, Ric Davidgeg, Robert Glennon, Ryan Hreljac, Terry Swier, Tony Clarke, Vandana Shiva, Virginia Setshed e Wenonah Hauter.

01/06/2016

OCCUPATION 101


Há muitos anos que quase diariamente aparecem notícias nos telejornais sobre o conflito israelo-palestiniano. Quem não conhece as causas actuais e históricas deste conflito pode ver neste documentário “Occupation 101" uma compreensiva análise dos factos, dos mitos e equívocos.


O filme mostra como é o dia-a-dia naqueles territórios e os principais obstáculos que se interpõem no caminho de uma paz duradoura e viável. As raízes do conflito são explicadas através das experiências no terreno dos principais estudiosos do Médio Oriente, activistas da paz, jornalistas, líderes religiosos e trabalhadores humanitários, cujas vozes foram demasiadas vezes reprimidas em jornais americanos. 

O filme cobre uma larga variedade de tópicos - que incluem - a primeira onda da imigração judaica da Europa nos anos 1880, a tensão 1920, a guerra 1948, a guerra 1967, o primeiro Intifada de 1987, o Processo de Paz de Oslo, a expansão do Acordo, o papel do Governo de Estados Unidos, o segundo Intifada de 2000, a barreira de separação e a retirada israelita da faixa de Gaza, bem como muitos testemunhos de vítimas deste drama.
 
A segunda edição deste multi-premiado documentário teve a colaboração do Thomas Farran do nosso grupo de Redacção.


Assista neste link