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11/09/2017

A Crueldade da Tauromaquia Nua e Crua (video)

Jaime Alekos realizou um documentário intitulado Tauromaquia que mostra a realidade nua e crua das touradas.

Durante três anos Jaime Alekos percorreu várias praças de touros espanholas e filmou touradas sempre centrado na figura da vítima o touro.

O documentário apresentado ontem pelo PACMA – Partido Animalista espanhol mostra ao pormenor a violência exercida sobre os herbívoros durante as três partes da tourada (sorte de varas, bandarilhas e morte).

As imagens que se seguem são tão mas tão chocantes, que nos obrigam frequentemente a desviar o olhar, mas apesar disso, as mesmas têm que ser vistas e têm que ser partilhadas porque esta violência que os tauricidas e aficionados apelidam de arte têm que acabar de uma vez por todas.

Não podemos aceitar e muito menos consentir que em pleno século XXI ainda se continuem a permitir espectáculos tão bárbaros, brutais e cruéis onde não só são vítimas os touros e os cavalos, mas também, os carniceiros que neles participam subsidiados com o dinheiro dos nossos impostos!


Esta informação foi retirada do blogue Prótouro
Se te interessas pelos direitos animais, visita o blogue clicando neste link
Pelos touros em liberdade


04/09/2017

Testemunho de um Técnico de Som sobre a Barbárie Tauromáquica

Jose Sepúlveda, técnico de som do Canal Nou e que durante algum tempo trabalhou na transmissão de touradas decidiu relatar aquilo que viu e ouviu durante estas emissões. A imagem inserida no texto é apenas para ilustração do artigo.

” Sempre que trabalhei na parte sonora das transmissões frequentemente comentava que se em lugar da banda de música, dos aplausos, dos bravos, dos olés e etc o som fosse captado pelo Sennheiser 816 (microfone que capta a grande distância e com muita qualidade) perto da arena onde se escuta perfeitamente o som das bandarilhas a entrar na pele, os mugidos de dor do animal a cada tortura que é submetido e além disso se as pessoas acompanhassem os primeiros planos das feridas, dos coágulos tão grandes como a palma da mão, do sangue que jorra, do bater do coração ou o olhar do animal antes da estocada final 90% desligaria a televisão ao presenciar tamanha chacina ao ritmo de pasodoble.

Eu pessoalmente pedi para deixar de fazer esse tipo de trabalho, porque um dia em Castellón, tocou-me estar entre barreiras e fiquei muito incomodado ao escutar um touro depois do toureiro ter falhado por quatro vezes a estocada e tive que tirar os auscultadores e o animal agonizava, cuspia, afogava-se no seu sangue vindo morrer mesmo ao pé de mim apoiado na madeira e o seu olhar ensanguentado e com lágrimas, sim lágrimas, sejam ou não sejam de dor cruzou-se com o meu até que um inútil falhou duas vezes o descabelo e eu disse-lhe tudo e mais alguma coisa.


Foi aí que terminou o meu trabalho em praças de touros para toda a vida.

São sentimentos pessoais e o mais provável é que um amante da “fiesta” ache ridículo, mas para mim ridículo é quando depois de semelhante carnificina olhas para o público e vês que aplaude, come sandes sem qualquer preocupação não tendo visto nem ouvido o que eu testemunhei”.

Excelente testemunho que retrata a verdade sobre um espectáculo que é brutalmente bárbaro e cruel e que tem que ser erradicado.


Publicado no blogue anti touradas Prótouro

12/08/2017

"A parte mais difícil de ser vegano!"

«A verdadeira dificuldade em ser vegano não envolve comida. A parte mais difícil de ser vegano é dar de cara com um lado mais sombrio da humanidade e tentar permanecer esperançoso. 

É tentar entender porque pessoas boas e caridosas continuam a participar de violência desnecessária contra animais - apenas pelo seu prazer ou conveniência.» 

 vê o video em baixo (6 minutos)


29/12/2016

Sabe porque se tornou viral esta foto de uma embalagem de iogurte?


É  um copo de iogurte como tantas outras embalagens de plástico encontradas nas praias um pouco por todo o mundo. O que há de surpreendente nele? O facto de, aparentemente, ser uma embalagem de 1976.

40 anos depois da sua criação, a embalagem da Yoplait – que ostenta o logótipo dos Jogos Olímpicos de 1976 realizados em Montreal, Quebeque – foi encontrada numa praia em França e a sua fotografia tornou-se viral nas redes sociais.

A mensagem que passa é clara: a poluição marítima causada pelo lixo plástico é um problema real. O plástico pode demorar séculos a decompor-se e a sua presença no mar é prejudicial à fauna marinha.

Segundo o autor da descoberta, no entanto, a embalagem da Yoplait parece estar em melhores condições do que seria de esperar, dada a sua idade, o que o levou a conjeturar que “talvez tenha vindo de um aterro e que tenha estado abrigada das intempéries durante a maior parte dos últimos 40 anos”.

Se um saco de plástico pode demorar décadas a decompor-se, uma garrafa do mesmo material demora, em média, 450 anos a fazê-lo, de acordo com estudos do Departamento de Ciência Ambiental de New Hampshire.

No mar, estes resíduos plásticos vão-se decompondo em pequenos pedaços de plástico, libertando químicos tóxicos e ameaçando os animais marinhos que os ingerem por os confundirem com comida.

Todos os anos, pelo menos oito milhões de toneladas de plástico invadem os oceanos e, segundo um relatório da Fundação Ellen MacArthur, até 2050, haverá mais plástico do que peixes (por peso) no mar.


em UniPlanet

18/12/2016

Industrial farming is one of the worst crimes in history

The fate of industrially farmed animals is one of the most pressing ethical questions of our time. Tens of billions of sentient beings, each with complex sensations and emotions, live and die on a production line

Animals are the main victims of history, and the treatment of domesticated animals in industrial farms is perhaps the worst crime in history. The march of human progress is strewn with dead animals. Even tens of thousands of years ago, our stone age ancestors were already responsible for a series of ecological disasters. When the first humans reached Australia about 45,000 years ago, they quickly drove to extinction 90% of its large animals. This was the first significant impact that Homo sapiens had on the planet’s ecosystem. It was not the last.

About 15,000 years ago, humans colonised America, wiping out in the process about 75% of its large mammals. Numerous other species disappeared from Africa, from Eurasia and from the myriad islands around their coasts. The archaeological record of country after country tells the same sad story. The tragedy opens with a scene showing a rich and varied population of large animals, without any trace of Homo sapiens. In scene two, humans appear, evidenced by a fossilised bone, a spear point, or perhaps a campfire. Scene three quickly follows, in which men and women occupy centre-stage and most large animals, along with many smaller ones, have gone. Altogether, sapiens drove to extinction about 50% of all the large terrestrial mammals of the planet before they planted the first wheat field, shaped the first metal tool, wrote the first text or struck the first coin.
The next major landmark in human-animal relations was the agricultural revolution: the process by which we turned from nomadic hunter-gatherers into farmers living in permanent settlements. It involved the appearance of a completely new life-form on Earth: domesticated animals. Initially, this development might seem to have been of minor importance, as humans only managed to domesticate fewer than 20 species of mammals and birds, compared with the countless thousands of species that remained “wild”. Yet, with the passing of the centuries, this novel life-form became the norm. Today, more than 90% of all large animals are domesticated (“large” denotes animals that weigh at least a few kilograms). Consider the chicken, for example. Ten thousand years ago, it was a rare bird that was confined to small niches of South Asia. Today, billions of chickens live on almost every continent and island, bar Antarctica. The domesticated chicken is probably the most widespread bird in the annals of planet Earth. If you measure success in terms of numbers, chickens, cows and pigs are the most successful animals ever.

30/11/2016

Matança de golfinhos continua no Japão

Enseada de Taiji ou "Enseada da Morte" fica completamente vermelha depois da chacina.

Todos os anos, entre Setembro e Março ocorre na enseada de Taiji, Wakayama no Japão uma caça aos golfinhos. Os caçadores "conduzem" dezenas ou mesmo centenas de golfinhos para uma armadilha previamente montada, onde alguns são depois vendidos para cativeiro e os restantes assassinados.


Numa primeira fase o grupo de caça deixa os agitados animais a relaxar durante a noite, para que no dia seguinte, já cansados e fatigados sejam depois, um por um alvo da matança. O primeiro método era a degolação dos golfinhos, cortavam-lhes a garganta e deixam o animais a agoniar e a sangrar até à morte. Hoje em dia, espetam um pino de metal no pescoço (zona cervical) que por sua vez danifica o tronco encefálico (parte traseira do cérebro) dos cetáceos.


Só ontem, 29 Novembro 2016, foram massacrados mais de 50 golfinhos.
Esta prática tem sido alvo de duras críticas internacionais, críticas essas que alertam também  para as grandes quantidades de mercúrio na carne que depois é consumida ou vendida.


Sea Shepherd Cove Guardians Page (official)

 RiseUP Portugal

20/06/2016

A abolição da tauromaquia é também uma questão de direitos humanos

A abolição da tauromaquia não é apenas uma questão de direitos dos animais, é também uma questão de direitos humanos. Na tauromaquia existem três seres que são sujeitos a uma prática cruel, sanguinária, medieval e dolorosa a todos os participantes: bovinos, equídeos e humanos.
 
Como qualquer outro fenómeno cultural, a violência ritualizada também se ensina e é uma questão de direitos humanos não aceitarmos que as crianças sejam condicionadas para esta actividade, quer como participantes activos, quer como espectadores.
 
O investimento público na tauromaquia é algo que também diz respeito aos direitos humanos. 
 
Por um lado, porque canaliza verbas para uma actividade que beneficia poucos, em detrimento de outras actividades que beneficiam a colectividade, como a saúde ou a educação; por outro lado porque confere apoio institucional a uma prática que tem por objectivo sacrificar animais e, como danos colaterais recorrentes, vitima humanos, sobretudo durante as largadas de touros populares promovidas pelas autarquias. 
 
Estas vítimas humanas sobrecarregam o Serviço Nacional de Saúde através de assistência hospitalar, tratamentos médicos, baixas por incapacidade temporária ou definitiva, pelo que somos todos penalizados. 
 
Todos nós, abolicionistas da tauromaquia - sejamos activos na Internet, em protestos e manifestações na rua, ou na liderança de núcleos e movimentos locais - devemos a esta luta a responsabilidade de a defender sem nunca perdermos a razão. Jamais devemos igualar os comportamentos de quem massacra animais como forma de entretenimento, de negócio ou de estatuto. Não podemos cair na tentação de usar argumentos de apologia à violência, mesmo que em reacção a algo que consideramos ignóbil. Se usarmos o mesmo tipo de abordagem, diferimos apenas naqueles que atacamos. Demonstrarmos satisfação pela morte de um par humano nesta actividade em nada difere dos aplausos a quem lancetou um touro. 
 
Queremos mesmo ser iguais aos que matam e sentem prazer nisso? 
 
Sócia ANIMAL 1348, para o RiseUp Portugal

O mito das vacas felizes nos Açores

A campanha de animais felizes está a chegar a Portugal, pela marca açoriana de lacticínios Terra Nostra. Esta campanha que pretende envolver os 500 produtores de leite dos Açores, que terão de cumprir uma rigorosa lista de normas para poder ter o selo de “felicidade” nos seus produtos.

Mas o que está por trás de um selo de vacas felizes?

Ainda há muitos de nós que não conhecem a verdadeira origem do leite. Ainda faz parte do senso comum que as vacas nos “dão o leite” como uma oferenda divina. Mas nada pode estar mais longe da verdade.

A vida de uma vaca explorada para a produção de leite é tudo menos feliz. Para tentar perceber melhor, vamos seguir as etapas da vida de uma vaca feliz:



Inseminação artificial

Os animais não humanos, assim como os humanos precisam de engravidar para poder produzir leite. As vacas não são excepção. Para poder manter as vacas a produzir leite e ter uma exploração lucrativa, os animais são inseminados artificialmente num processo que se assemelha a uma violação. O processo de inseminação é um processo invasivo e que causa muito stress aos animais que são sujeitados a ele. (alternativas vegetais dos lacticínios)

Gravidez, nascimento e separação

Mesmo antes do nascimento dos bebés, as vacas começam a ser ordenhadas diariamente por máquinas que lhes extraem o leite. Quando nascem os vitelos, eles são separados das mães, que choram desesperadas por eles durante dias. Os bezerros podem ser mortos (gera lucro ao produtor) ou podem viver mais uns dias.

25/05/2016

Forks over Knives - Garfos sobre Facas

Este documentário aborda um dos maiores problemas da sociedade moderna. Os graves problemas de saúde que afectam parte significativa da população, causados por um cardápio de alimentos de origem animal.
 
Apesar dos enormes avanços da medicina, nós estamos mais doentes do que nunca. Os casos de diabetes estão a aumentar, sobretudo entre a nossa população mais jovem. Cerca de 50% da população toma, no mínimo, um medicamento diário e as cirurgias viraram rotina.

Doenças cardíacas, Cancros e AVC’s são as três principais causas de morte no nosso país e em todo o mundo, mesmo sendo gastos bilhões de dinheiro anualmente para combatê-las. Milhões de pessoas sofrem de uma série de outras doenças degenerativas.

Será que haveria uma solução única para todos esses problemas? 

Assista neste link 


19/05/2016

Brilhante reportagem sobre touradas em Portugal

Reportagem espectacular sobre touradas. Todos os argumentos, todos os factos, todas as razões num brilhante trabalho.

"O Touro é um animal que, quando uma mosca pousa no seu dorso... ele afasta-a com a cauda. Ele é hiper sensível"

O touro "bravo" ou de "lide" não é agressivo. Estes animais são, por natureza, tão ou mais afáveis do que os cães. O Fadjen, um mediático touro "bravo", salvo de um ganadeiro Espanhol, é neste momento, um excelente exemplo de que a agressividade genética do touro, se encerra num mito propagandeado pela tauromaquia.

A etologia como ramo da zoologia, explica que o comportamento não é determinado pela genética, mas pelo ambiente e interacções do animal. Ou seja, independentemente das características genéticas, o seu comportamento será sempre condicionado, em última análise, pelo propósito e personalidade de quem os cria, tal como acontece com os cães.

Para os tornarem, não agressivos, mas mais reactivos de modo a que seja possível toureá-los (ou lidá-los), os ganadeiros criam-nos em sistema extensivo, com pouco contacto com humanos, sujeitando-os a duros "treinos" a todos os níveis, sendo os físicos, dignos de um atleta de alta competição e, de vez em quando, alguns morrem subitamente devido ao exagerado esforço a que são sujeitos.

Por vezes, os touros são drogados com Rompum e Calmivet, duas substâncias anestésicas que administradas em pequenas quantidades, causam um efeito calmante. Mas nem sempre a dose "certa" é bem calculada, levando a que alguns sucumbam à dose excessiva, mesmo antes de entrar na arena.

20/04/2016

Lisboa recebe a 1ª Marcha pela Abolição dos Matadouros em Junho

Activistas organizam várias iniciativas pré-marcha contra a violência especista.

Este artigo contém lista de actividades para Lisboa, Porto, Braga e Coimbra.

O Movimento pela Abolição dos Matadouros (MAM-Portugal) organiza a partir de Abril cerca de 30 acções em cinco cidades portuguesas no âmbito da preparação da I Marcha pela Abolição dos Matadouros, que decorrerá no dia 4 de Junho, em Lisboa. O programa completo inclui a exibição de documentários, debates, tertúlias, projecções fotográficas e acções de rua, com o objectivo de combater a exploração (industrial) dos animais não-humanos no contexto do capitalismo neoliberal.

As acções do MAM-Portugal começaram no dia 16 de Abril no Centro de Cultura Libertária, em Almada. Após um jantar vegano, o movimento promoveu uma projecção fotográfica do colectivo “Filming for Liberation”, a exibição do documentário “Behind the Mask: The Story of the People Who Risk Everything to Save Animals”, de Shannon Keith, assim como uma roda de conversa dedicada axs presxs políticxs do movimento pela libertação animal.     

Em Braga, o programa de Abril inclui a exibição do documentário “Earthlings”, de Shaun Monson (dia 28), na TOCA - Trabalho de uma Oficina Cultural e Associativa, e uma acção de rua no centro da cidade (dia 29). No mês de Maio, serão exibidos os documentários “The Ghosts in Our Machine”, de Liz Marshall (dia 5), na Livraria Centésima Página, e “Vegucated”, de Marisa Wolfson (dia 19), no =PrOjECtiL—. 

O MAM-Portugal organizará no dia 30 de Abril, em Coimbra, na República das Marias do Loureiro, uma projecção fotográfica sobre o trabalho de Jo-Anne McArthur/We Animals, a exibição da curta-metragem “The Herd”, de Melanie Light, e o debate ““Bodies that matter”: Feminismo, animais e anti-especismo”. No mês seguinte, estão ainda previstas uma acção de rua (dia 4), na Praça 8 de Maio, e a exibição do documentário “Live and Let Live”, de Marc Pierschel (dia 27), no Ateneu de Coimbra.  

15/04/2016

Vamos falar do consumo de carne

"Fazer do veganismo uma "opção individual" torna a prática ainda mais nobre: enquanto todos os outros se entregam aos prazeres da carne, nós que nos abstemos estoicamente. Por consequência. É uma "filosofia de vida": que chique! É uma bela forma de angariar simpatia, eu admito. Mas não é honesto."

Muitas vezes veganos e vegetarianos não conseguem, com os seus amigos que comem carne, explicar o porquê de o serem. Umas vezes por não se conseguirem explicar, e outras por resistência de quem os ouve. Encontramos um excelente texto que adaptamos para português (pt), de Bruno Muller em vista-se.com.br, que temos a certeza que será útil para todos.

Bruno Muller explica neste artigo os seus porquês, assim como as dificuldades e resistências que encontra "do outro lado", abordando várias questões relativamente ao tema.

Pode ou não pode? - por Bruno Muller

Essa é uma discussão que frequentemente emerge quando o tema é veganismo: trata-se de uma lista de interditos ou de uma forma de abstinência? É como o leigo, na conversa, manifestar sua curiosidade através de uma lista de perguntas: “e mel, pode?”; “e lã, pode?”; “e leite, por que não pode?”.

Nós, veganos ficamos revoltadíssimos: dizemos que veganismo não é uma questão de “não pode”. Não é um enunciado de tabus alimentares, códigos de vestimenta ou mandamentos sentimentais. O veganismo, dizemos com orgulho, é uma questão de consciência, uma opção individual de não contribuir com a exploração, o sofrimento e a morte dos animais. Certo?

Errado!  O veganismo não é uma opção de vida. É um imperativo ético. Um dever. Se é um dever, é uma regra. Uma regra obrigatória. E obrigatória para todos. Senão, seria uma regra arbitrária e, consequentemente, sem sentido.Eu sei, eu sei. Vão dizer que é antipático, que é fanatismo, que é autoritário. O que eu posso eu responder?

12/04/2016

A minha identificação? Sou uma mulher síria (um depoimento incrível)

Hanady Alkhatib, jornalista síria que foi obrigada a abandonar a Síria por temer represálias do regime de Assad, vivendo atualmente no Dubai, escreveu um texto em abril do ano passado em que fala sobre a dor de perder tudo - de perder o filho, o marido, o pai, a mãe. 

Sobre a dor de ter de identificar os restos mortais dos homens da sua família, assassinados por terroristas ou pelo regime, não menos terrorista do que os terroristas. 

Sobre a dor de viver em permanente estado de culpa, sentindo-se permanentemente culpada por estar viva. Sobre a dor de viver enquanto muitos estão a morrer. Sobre a dor, crónica, de ser síria nos dias que correm. 

A minha identificação? Sou uma mulher síria
 
O mundo vira-me as costas pela enésima vez. Sou a mulher síria que teve de identificar o seu irmão através de uma série de fotografias tiradas à socapa do matadouro de Assad. Entrei em contacto muitas vezes com a Rede Síria para os Direitos Humanos [SNHR na sigla em inglês] para saber se tinham informações sobre o meu irmão, mas a resposta que me davam era sempre a mesma. “Não temos novidades”. O meu coração parecia sufocar de cada vez que ligava para lá. Ontem, enviei-lhes uma fotografia pelo telemóvel daquilo que em tempos fora um ser humano. “Este é o meu irmão”, escrevi.

05/03/2016

Um Planeta Deslumbrante

O nosso planeta é de uma beleza e diversidade única. Pequenas mudanças individuais multiplicadas pelo mundo fora podem fazer toda a diferença.

"Não podes viver um só dia sem deixar de ter um impacto no mundo que te rodeia. O que fazes marca a diferença, e tu tens que decidir que tipo de diferença queres fazer.” 
 
- Jane Goodall

Este vídeo é maravilhoso ... é urgente mudar. É urgente mudarmos. 
 

Os Perigos da Agropecuária Industrial

É raro o dia em que o indivíduo comum não consuma carne ou peixe ou qualquer produto animal. Isto pressiona a indústria agropecuária para aumentar a criação e a produção para ir de encontro à procura. 

O custo deste aumento de produção, é pago pelo meio ambiente e pelos animais que são explorados. 

O ideal seria parar com o consumo de produtos derivados de animais, mas para muitos este caminho é difícil, quase impossível até. 

Podemos começar por dar pequenos passos na direcção deste ideal reduzindo o consumo destes produtos e encontrando alternativos mais saudáveis, não só para nós como para o meio ambiente. Este pequeno vídeo apresenta alguns dados surpreendentes acerca da indústria Agro-Pecuária mundial ... será isto sustentável?

24/12/2015

Earthlings : "Terráqueos" (legendado), uma chocante Overdose de Realidade

Podem confundir este documentário com o mais forte filme de terror que alguma vez já viram. Com as diferenças de que o que vão ver aqui, para além de não ser ficção, é rotina diária, multiplicada por milhões e milhões de seres vivos, que respiram,  amam filhos, sofrem e sentem medo ou pânico tal e qual como nós. Gostariamos de aconselhar este filme, principalmente a quem não tem qualquer tipo de simpatia por direitos animais. Garantimos que apesar das diferenças de opinião que todos possamos ter, não vão dar o vosso tempo por perdido.

Earthlings (Terráqueos, em português) é um documentário independente americano de 2005, escrito, produzido e dirigido por Shaun Monson e co-produzido por Persia White. É narrado pelo actor e activista dos direitos animais Joaquin Phoenix, que também é vegano e membro da PETA. O filme mostra como funcionam as fazendas industriais e relata a dependencia da humanidade sobre os animais para obter alimentação, vestuário e diversão, além do uso em experiências científicas. Compara o especismo da espécie humana com outras relações de dominação, como o racismo e o sexismo.

Shaun Monson faz um estudo detalhado sobre lojas de animais, fábricas de crias, abrigos para animais, assim como das fazendas industriais, do comércio de peles e de couro, das indústrias da diversão, e finalmente, do uso médico e científico.

Terráqueos usa cameras escondidas para denunciar as práticas diárias de algumas das maiores indústrias do mundo, todas visando o lucro com os animais. Este documentário levou cinco anos para ser produzido, e o que começou como uma série de uma campanha de conscientização pública sobre castração de animais de estimação, tornou-se numa longa-metragem que procurou tratar todos os temas principais relacionados com os animais.

Este video está disponibilizado num canal que não controlamos, e é um documentário que várias industrias perseguem há anos, procurando evitar a sua visualização. Caso esteja indisponível por qualquer motivo, por favor contactem-nos por mensagem para a nossa página de facebook para resolvermos imediatamente a situação, disponibilizando-o a partir de outra fonte.


Assista neste Link